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81 poesias
  • Amar dentro do peito...
  • Arreitada donzela em fofo leito
  • Bojudo fradalhão de larga venta
  • Cante a guerra quem for arrenegado
  • Esse disforme e rígido porraz
  • Lá quando em mim perder a humanidade
  • Levanta Alzira os olhos pudibunda
  • Ribeirada – poema de um só canto
  • Saiba morrer o que viver não soube
  • Se tu visses, Josino, a minha amada
  • Soneto I - Apenas vi do dia a luz brilhante
  • Soneto II - Das faixas infantis despido apenas
  • Soneto III - Incultas produções da mocidade
  • Soneto IV - Chorosos versos meus desentoados
  • Soneto V - De suspirar em vão já fatigado
  • Soneto VI - Morte, Juízo, Inferno e Paraíso
  • Soneto VII - Senhor, que estás no céu
  • Soneto VIII - Morres de fraco? Morres de atrevido
  • Soneto IX - Para criar tua alma e teu semblante
  • Soneto X - Por esta solidão que não consente
  • Soneto XI - Olha, Marília, as flautas dos pastores
  • Soneto XII - Frouxidão no amor é uma ofensa, A
  • Soneto XIII - Os garços olhos em que Amor brincava
  • Soneto XIV - Mimosa, linda Anarda, atende
  • Soneto XV - Ó céus! Que sinto nalma!
  • Soneto XVI - Fiei-me nos sorrisos da ventura
  • Soneto XVII - Meu frágil coração, para que adoras?
  • Soneto XVIII - Teus mimosos pés, meu bem, rendido
  • Soneto XIX - Morte para os tristes é ventura, A
  • Soneto XX - Morte para o justo é recompensa, A
  • Soneto XXI - Sonhei que teu rosto via
  • Soneto XXII - Ó funesto, ó penoso apartamento
  • Soneto XXIII - Sobre estas duras, cavernosas fragas
  • Soneto XXIV - Da pérfida Gertrúria o juramento
  • Soneto XXV - Vê, vê Corina, e foge se puderes
  • Soneto XXVI - Ó retrato da morte, ó noite amiga
  • Soneto XXVII - Ó tranças, de que Amor prisão me tece
  • Soneto XXVIII - Morri de ingratidões, matou-me Isbela
  • Soneto XXIX - Elmano morreu e Inália vive
  • Soneto XXX - Nas horas de Morfeu vi a meu lado
  • Soneto XXXI - Distingo de Marília as mãos formosas
  • Soneto XXXII - Importuna Razão, não me persigas
  • Soneto XXXIII - Não temas, ó Ritália
  • Soneto XXXV - Que idéia horrenda te possui, Elmano
  • Soneto XXXVI - Por indústria de uns olhos
  • Soneto XXXVII - Socorre, doce Márcia, o triste Elmano
  • Soneto XXXIV - Não dês, encanto meu, lamentações...
  • Soneto XXXVIII - Excedo lustros seis por mais três anos
  • Soneto XXXIX - Em cinzas se desfez teu corpo brando
  • Soneto XL - Tu és cópia fiel da minha amada
  • Soneto XLI - Perdoa, Anarda, ao triste que te adora
  • Soneto XLII- Graças ao riso da celeste Armânia
  • Soneto XLIII - Ó doce, ó bela, ó desejada Elmira
  • Soneto XLIV - Não tenhas, ó mortal, de mim receio
  • Soneto XLV - Em sonhos na escaldada fantasia
  • Soneto XLVI - Eu me ausento de ti, meu pátrio Sado
  • Soneto XLVIII - Vítima triste da fortuna errante
  • Soneto XLIX - Não sou vil delator, vil assassino
  • Soneto L - Quando na rósea nuvem sobe o dia
  • Soneto LI- Liberdade, onde estás
  • Soneto LII - Liberdade querida, e suspirada
  • Soneto LIII - Meu ser evaporei na vida insana
  • Soneto LIV - Rasga meus versos
  • Soneto LV - Distrai, meu coração, tua amargura
  • Soneto LVI - Ó tu que tens no seio a eternidade
  • Soneto LVII - Magro, de olhos azuis, carão moreno
  • Soneto LVIII - Adeus, ó mundo! Ó natureza! Ó nada!
  • Soneto LIX - Folga a justiça e geme a natureza
  • Soneto LX - Raios não peço ao criador do mundo
  • Soneto LXI - Meus versos te darão a eternidade
  • Soneto LXII - Era fiel, amava-me e deixei-o
  • Soneto LXIII - Tua clemência amei, temi teu raio
  • Soneto LXV - Vós crédulos mortais, alucinados
  • Soneto LXVII - Adamastor cruel!
  • Soneto LXIV - Lá quando a tua voz deu ser ao nada
  • Soneto LXVI - Tu, por Deus entre todas escolhida
  • Soneto LXVIII - Ó Deus, ó Rei do céu, do mar, da terra
  • Soneto LXIX - Lísia cantava Elmano, e Lísia o chora
  • Soneto LXX- Sobre os contrários o terror e a morte
  • Soneto LXXI - Nada se pode comparar contigo
  • Soneto LXXII - Nascemos para amar