A beira do abismo e do infinito

A celeste Africana, a Virgem-Noite
Cobria as faces... Gota a gota os astros
Caíam-lhe das mãos no peito seu...
... Um beijo infindo suspirou nos ares...

A canoa rolava!... Abriu-se a um tempo
O precipício!... e o céu!...