A Casa do Bruxo

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49 poesias
Alberto Caeiro

O Guardador de Rebanhos

  • I - Eu nunca guardei rebanhos
  • II - O meu olhar
  • III - Ao entardecer
  • IV - Esta tarde a trovoada caiu
  • V - Há metafísica bastante em não pensar em nada
  • VI - Pensar em Deus
  • VII - Da minha aldeia
  • VIII - Num meio-dia de fim de primavera
  • IX - Sou um guardador de rebanhos
  • X - Olá, guardador de rebanhos
  • XI - Aquela senhora tem um piano
  • XII - Os Pastores de Virgílio
  • XIII - Leve
  • XIV - Não me importo com as rimas
  • XV - As quatro canções
  • XVI - Quem me dera
  • XVII - No meu prato
  • XVIII - Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
  • XIX - O luar
  • XX - O Tejo é mais belo
  • XXI - Se eu pudesse
  • XXII - Num dia de verão
  • XXIII - O meu olhar
  • XXIV - O que Nós vemos
  • XXV - As bolas de sabão
  • XXVI - Às vezes
  • XXVII - Só a natureza é divina
  • XXVIII - Li hoje
  • XXIX - Nem sempre sou igual
  • XXX - Se quiserem que eu tenha um misticismo
  • XXXI - Se às vezes digo que as flores sorriem
  • XXXII - Ontem à tarde
  • XXXIII - Pobres das flores
  • XXXIV - Acho tão natural que não se pense
  • XXXV - O luar
  • XXXVI - Há poetas que são artistas
  • XXXVII - Como um grande borrão
  • XXXVIII - Bendito seja o mesmo sol
  • XXXIX - O mistério das cousas
  • XL - Passa uma borboleta
  • XLI - No entardecer
  • XLII - Passou a diligência
  • XLIII - Antes o vôo da ave
  • XLIV - Acordo de noite
  • XLV - Um renque de árvores
  • XLVI - Deste modo ou daquele modo
  • XLVII - Num dia excessivamente nítido
  • XLVIII - Da mais alta janela da minha casa
  • XLIX - Meto-me para dentro